O Adeus a Dom Jaime Luiz Coelho
A família os nossos sentimentos e gratidão por nos ter
emprestado este grande homem de Deus, nesta tarde de terça feira (6) até o por
do sol parecia estar triste com a partida de Dom Jaime.
Morre aos 97 anos o primeiro Arcebispo de Maringá. Dom Jaime Luiz Coelho
Maringá, 05 de agosto de 2013
Morreu por volta da 1h desta segunda-feira o primeiro arcebispo de Maringá, Dom Jaime Luiz Coelho. Ele tinha 97 anos e foi vítima de insuficiência renal crônica, diagnosticada há cerca de quatro meses, segundo a arquidiocese do município. O religioso estava internado desde sábado na Santa Casa de Maringá e respirava com ajuda de aparelhos.
Dom Jaime será velado na Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória a partir do meio-dia desta segunda-feira. O sepultamento será na terça-feira, após a missa de corpo presente, marcada para as 18h30. O corpo será enterrado na cripta da Catedral.
Ao meu avô! O Gigante que deitou-se para descansar.
Por Francisco Azanha
Ao meu avô! O Gigante que deitou-se para descansar.
Na manha dessa quinta-feira, o dia amanheceu mais feio. E o mundo mais injusto.
Pois o maior gigante que já conheci fechava seus olhos pela última vez, e deixou meu coração cheio de saudade.
Meu avô, o melhor homem que pude conhecer, nos deixou. O homem que é a minha referência, que me representa o que significa ser justo, honesto, íntegro. Que me representa o que é ser homem, ter caráter. Deitou-se para descansar. Senti-me órfão pela primeira vez.
Mesmo sendo a ordem natural da vida, não há como estar preparado para perder alguém de tamanho valor.
O homem que criou a família própria e ajudou a criar a dos outros. Foi um grande companheiro para a minha avó por mais de sessenta anos. E nunca, jamais, os vi brigarem.
Um homem que encontrava sem tetos nas ruas e arrumava emprego. Um homem que cruzava a cidade para devolver poucas moedas que foram dadas a mais no troco do supermercado. Que realmente dava sua blusa a alguém que estivesse passando frio. E que sempre escolheu o caminho certo. Mesmo que fosse o mais difícil. Não importando quanto ou o que custasse. E fazia isso naturalmente, sem bandeira, fazia porque era o certo. E ele não conhecia outro caminho.
Um homem que parecia ingênuo por vezes, por que realmente não sabia o que é ter maldade. E assim sempre via o melhor nas pessoas.
O homem que me ensinou muito, sem dizer quase nada. Ensinou-me pelo exemplo. Pela forma digna que escolheu viver sua vida. Nunca por discurso. Sempre pelo exemplo. E foram tantos...
O homem que tinha um reo de cavalos atrás da porta da garagem, que era chamado de “amansa neto”, que jamais saiu da parede para ser usado. Mas que sempre cumpriu o seu papel, de simbolizar que ou se faz o que é certo, ou a vida irá te punir.
O homem que me ensinou que uma mulher deve ser tratada com carinho e respeito sempre. Jamais pode ser maltratada.
O homem que com mais de oitenta anos, dobrava os joelhos ao lado da cama todos os dias, para agradecer. E aos 84 anos, deixou uma família que o ama e o admira.
Seu legado fica! Mas perdoe meu egoísmo, eu queria também a sua presença. Ainda tinha muito a aprender com o senhor.
Sem o senhor o mundo ficou mais feio, e sem a sua presença, sua honestidade, ficou também mais injusto. Mas certamente o céu, o lugar que o senhor sempre acreditou existir, tornou-se mais bonito com a sua presença.
“Vô Azanha”! É um privilégio ser seu neto. E o maior orgulho da minha vida é carregar seu nome, e ser reconhecido por ele. Espero um dia ser capaz de ser metade do homem que o senhor é. Muito obrigado! Estou com muita saudade. Seu neto, Francisco Azanha.
Ao meu avô! O Gigante que deitou-se para descansar.
Na manha dessa quinta-feira, o dia amanheceu mais feio. E o mundo mais injusto.
Pois o maior gigante que já conheci fechava seus olhos pela última vez, e deixou meu coração cheio de saudade.
Meu avô, o melhor homem que pude conhecer, nos deixou. O homem que é a minha referência, que me representa o que significa ser justo, honesto, íntegro. Que me representa o que é ser homem, ter caráter. Deitou-se para descansar. Senti-me órfão pela primeira vez.
Mesmo sendo a ordem natural da vida, não há como estar preparado para perder alguém de tamanho valor.
O homem que criou a família própria e ajudou a criar a dos outros. Foi um grande companheiro para a minha avó por mais de sessenta anos. E nunca, jamais, os vi brigarem.
Um homem que encontrava sem tetos nas ruas e arrumava emprego. Um homem que cruzava a cidade para devolver poucas moedas que foram dadas a mais no troco do supermercado. Que realmente dava sua blusa a alguém que estivesse passando frio. E que sempre escolheu o caminho certo. Mesmo que fosse o mais difícil. Não importando quanto ou o que custasse. E fazia isso naturalmente, sem bandeira, fazia porque era o certo. E ele não conhecia outro caminho.
Um homem que parecia ingênuo por vezes, por que realmente não sabia o que é ter maldade. E assim sempre via o melhor nas pessoas.
O homem que me ensinou muito, sem dizer quase nada. Ensinou-me pelo exemplo. Pela forma digna que escolheu viver sua vida. Nunca por discurso. Sempre pelo exemplo. E foram tantos...
O homem que tinha um reo de cavalos atrás da porta da garagem, que era chamado de “amansa neto”, que jamais saiu da parede para ser usado. Mas que sempre cumpriu o seu papel, de simbolizar que ou se faz o que é certo, ou a vida irá te punir.
O homem que me ensinou que uma mulher deve ser tratada com carinho e respeito sempre. Jamais pode ser maltratada.
O homem que com mais de oitenta anos, dobrava os joelhos ao lado da cama todos os dias, para agradecer. E aos 84 anos, deixou uma família que o ama e o admira.
Seu legado fica! Mas perdoe meu egoísmo, eu queria também a sua presença. Ainda tinha muito a aprender com o senhor.
Sem o senhor o mundo ficou mais feio, e sem a sua presença, sua honestidade, ficou também mais injusto. Mas certamente o céu, o lugar que o senhor sempre acreditou existir, tornou-se mais bonito com a sua presença.
“Vô Azanha”! É um privilégio ser seu neto. E o maior orgulho da minha vida é carregar seu nome, e ser reconhecido por ele. Espero um dia ser capaz de ser metade do homem que o senhor é. Muito obrigado! Estou com muita saudade. Seu neto, Francisco Azanha.
Alex Raphael Meschini
Alex Raphael Meschini, Procopense que atua como meia. Atualmente, joga pelo Al-Gharafa, do Catar.
Alex destacou-se na equipe do Internacional campeã da Libertadores de 2006 e do Mundial de Clubes do mesmo ano, e na conquista da Libertadores de 2012 pelo Corinthians, primeiro título do torneio continental conquistado pelo clube.
Em um dia de descanso em Santa Amélia Pr
Alex destacou-se na equipe do Internacional campeã da Libertadores de 2006 e do Mundial de Clubes do mesmo ano, e na conquista da Libertadores de 2012 pelo Corinthians, primeiro título do torneio continental conquistado pelo clube.
Em um dia de descanso em Santa Amélia Pr
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